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 Aspros VS Degel

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[ADM]Manigold Λpøℓℓĭδи

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Mensagens : 5
Data de inscrição : 29/08/2013
Idade : 20

MensagemAssunto: Aspros VS Degel   Ter Fev 11, 2014 6:13 pm

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Índice


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Capítulo I – Perguntas e Respostas.(introdução)
Capitulo II – Desapontamento.
Capítulo III – Sucumbindo a loucura.
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Capítulo I – Perguntas e Respostas(Introdução)
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第I章 - 質問と回答

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Olá, caro leitor. Não gostaria de começar com “Hades despertara...”, pois seria clichê e, convenhamos, esta história tem um fundo muito mais complexo e insano. As origens de um homem que sempre batalhou para ter seu esforço reconhecido começarão a ser desvendadas, pouco a pouco, neste prólogo. Normalmente, nas histórias onde o vilão tem papel importante, sua história costuma desenvolver a partir de um ponto central, onde o foco da história visa demonstrar o porquê dele ter seguido tal caminho, suas idéias (geralmente desconexas e ambiciosas) e um pouco sobre sua história de vida, mas... Infelizmente, tudo não costuma vir de devaneios, decepções, falta de caráter e desvio de personalidade, causada por frustrações. Enfim, onde eu quero chegar é: E quando é diferente? Dizem que vilões não nascem vilões, mas se tornam por algum motivo específico, entretanto, eles nunca são obrigados a fazerem suas vilanias, eles as realizam simplesmente porque não resistem a seus desejos carnais, advinda de sua mente insana, louca e desvairada. Porém muitas das vezes suas mentes geniosas e incomparáveis provêm ao “mocinho” grandes dificuldades em seu caminho virtuoso, e na maioria das incontáveis situações, quase o levando a morte. Afinal, o que dá ao mal tanto poder. Uma resposta, no mínimo, convincente e plausível. Quando seguimos o caminho do bem, nós, cavaleiros de Athena, assumimos uma responsabilidade inigualável de proteger os pífios humanos, damos nossas vidas em prol desta causa (sendo sincero) estúpida, e tudo que fazemos, verdadeiramente “tudo”, é pela causa que juramos defender quando menores, ainda aspirantes. Enfim, seguindo esta linha de raciocínio, faço-lhe uma pergunta, narrador: Por que defender pessoas que insistem em machucam a si mesmos, digladiam-se por aquilo que acham que lhes dará poder, estupram impiedosamente, e, citando abertamente, matam como cachorros loucos. Responda-me, e eu irei concluir este pensamento inacabado.

Sinceramente, Aspros? Não sei se sou capaz de lhe responder. Uma vez eu acreditei em um mundo com paz, achei que as guerras acabariam e todo o dinheiro administrado voltado para as guerras, quem sabe, fosse utilizado para ajudar as pessoas que foram alvejadas pelas próprias armas. Enganei-me profundamente. Assim como diz a letra de uma música que eu gosto: ”I Went numb when I learned to see” (Eu fiquei anestesiado quando aprendi a ver). Ficou claro quando percebi meu erro, não sei quem foi o tolo que disse que a paz estava próxima. Qual era o ideal puritano daquele homem que queria a igualdade mesmo? Igualdade racial e existencial entre as pessoas de todo o mundo, se não me engano era isto. Mather Luther King lutou por isto por anos, muitos acreditam, e como terminou? Alvejado por um projétil de uma arma. Tudo se torna claro como água cristalina de uma cachoeira, a “bondade” não existe e quem luta por ela luta por um objetivo morto e desabilitado pela própria sociedade. Infelizmente, cavaleiro de Gêmeos, sou incapaz de responder a sua pergunta.


Imbecil! Até me abriu um sorriso com sua resposta incompleta, mas é parte do que eu irei lhe dizer. Ser amável, gentil, caridoso... Tudo isso só te leva a um caminho cheio de pedras, onde no final você encontrará um deserto com carniça e ossos. Eu aprendi isso conforme fui treinando junto com meu irmão, Defteros. Por que, em um maldito santuário onde a deusa prega tanto a paz e a justiça, um adolescente é tratado como um animal e tem sua existência desgraçada por aquilo que eles dizem que uma estrela designou? É esse tipo de paz que nós, cavaleiros, defendemos? Paz e justiça, neste santuário, mudaram para desprezo e autoritarismo. Não lutaria por um deus inferior que se proclama rei do Submundo, entretanto. Hades é outro estúpido que se diz defensor das causas corretas, o purificador, mas mata deliberadamente para reinar em uma terra morta. Enfim, respondendo a sua primeira pergunta, o mal tem poder porque através dele que as coisas se tornam mais fáceis, maleáveis. Sem a necessidade de refrear seus impulsos e podendo pôr toda sua experiência e capacidade a prova, costuma-se conseguir resultados mais rápidos e efetivos em um período mais curto e relativamente certo, o que demoraria a vir por meios corretos. Mesmo na posição que eu estou, sei que o caminho melhor para se conseguir o que quer é o caminho da maldade.

Concluindo, você mesmo sendo cavaleiro acha a maldade é um caminho a se seguir e que trás resultados efetivos e sem tanto trabalho. Curioso, mas outra questão, esta tenho certeza que já lhe passou pela cabeça e me responderá: Por que você luta por Athena e não segue o caminho que você tanto defende?

Vou relaxar e te responder calmamente, afinal, é uma resposta que merece a devida atenção e confesso ser interessante. Veja bem, em nenhum momento me viu dizendo que luto por Athena e que defendo os ideais mesquinhos daquela deusa. Quando eu era mais jovem, talvez... Mas não agora, não quando vejo que devo fazer tudo para mim mesmo e para o Defteros, apesar de que... Bem, o que eu ia falar é desnecessário e não lhe convém, pfft.

Quanto à outra questão, eu não sigo o caminho do mal porque vivo para um único anseio: Ser o Grande Mestre. Quero ter minha existência reconhecida, mostrar ao mundo que sou mais do que capaz para regê-lo. O poder de um Grande Mestre está além do que você pode imaginar, e só assim, apenas dessa forma, mostrarei a todos que meus esforços serão compensados. Entretanto, não desconsidero seguir a trilha da maldade, porque ninguém pode retirar aquilo que me é de direito, todos me consideram o mais qualificado entre os oitenta e oito cavaleiros, seria estupidez do velho Sage pôr outro no meu lugar. Enfim, é apenas isso. Você me mostra ser um homem intrigante, Aspros, fico curioso cada vez mais e perguntas me rondam a mente, mas deixarei para mais a frente, afinal, sua história está prestes a começar, e quero ver o desenrolar desta trama.




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Capítulo II – A mudança!
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第二章 - 失望

O sol ainda estava bem forte fazendo com que o clima ficasse bastante seco, os aspirantes tentavam treinar com o mesmo ardor de sempre só que o forte calor realmente deixava ainda mais difícil fazendo com que tivessem várias parados para descanso. Enquanto isso nas doze casas um certo “alguém” em especial estava com seu afazeres diários, estudar o máximo que podia. Pouco antes do amanhecer já havia treinado seu físico e agora estava treinando sua mente, além de uma estante com vários livros que eram trocados semanalmente estava apenas uma mesa com uma cadeira onde um homem de estatura bem alta, longos cabelos azuis com olhos da mesma cor que fitavam os livros tentando decifrar seu segredos e apreciar a leitura mas sua mente estava completamente perturbada com o que acabara ouvindo algumas horas atrás.
Flash Back ON
Voltando a algumas horas atrás La estava Aspros, sem sua camisa ele estava parado em um local de treinamento que existia atrás do Grande Coliseu. Um campo desértico com bastante rochas, o céu ainda estava bastante escuro com as estrelas avista mas a linda lua prateada já havia desaparecido dando lugar aos primeiros raios de sol que começavam a aparecer juntamente com vários grupos de soldados e aspirantes a cavaleiro, um grande circulo era formado ao redor de Aspros que estava de olhos fechados enquanto o primeiro se lançava em alta velocidade contra ele que com um soco tão o veloz o acertava tão rápido que poucos conseguiam ver o que tinham o acertado, a guarda deles aumentavam ainda mais pois sabiam que não podiam ser descuidados, mesmo sendo um treino você poderia ser facilmente morto e isso era mostrado quando o jovem após receber o primeiro golpe já caia no chão desmaiado. Uma leve brisa passava pelo local e mais dois aspirantes saltavam por trás tentando acertar o cavaleiro que fazendo uma acrobacia caia por cima deles os afundando no chão.

Todos estavam tão impressionados ao ponto de nem conseguirem se mover mas estavam ali para treinar e iriam mesmo se arriscar fazendo tudo que fosse possível, com um movimento rápido outra dupla se arriscava a atacar Aspros mas estavam diferentes dos outros, seus movimentos eram mais rápidos e precisos e... sim, aqueles eram fracos cosmos que estavam sendo liberados de seus corpos, parecia que alguns deles estavam realmente evoluindo pois dessa vez Aspros apenas desviava, queria testar os limites da força deles e realmente poderiam ter futuro e até mesmo chegar ao posto de um cavaleiro de prata mas ainda lhes faltava um árduo caminho de treinamento e esforço, abrindo ligeiramente sua mão uma pressão cósmica subia do chão em direção aos céus em uma grande área ao redor de Aspros fazendo a dupla voar a uma grande altura e logo depois ir ao chão, ainda de olhos fechados ele abria um sorriso quando agora todos começavam a atacá-lo ao mesmo tempo e sem a menor piedade Aspros desviava e revidava todos os golpes com até alguma facilidade até que todos finalmente caiam no chão.

Aquele foi um bom treino, o sol já estava avista enquanto a sua luz cobria todo o local, muitos dos soldados e aspirantes estavam sentado ao lado e em cima de rochas bebendo água em pequenas garrafas enquanto conversavam, Aspros estava de pé no meio dele mas se continha  ali mesmo pois não era de conversar com ninguém mesmo depois de várias semanas de treino e vendo que já era tarde ele pegava sua blusa deixada em cima de uma pedra e a colocando sobre o ombro andava para detrás de uma pedra onde se sentava na sombra e fechava os olhos pouco antes de ir embora mas acabava ouvindo a conversa de um grupo aspirantes que estavam na parte frontal da pedra e pensavam que Aspros havia voltado.

[Aspirante 1] : Você soube??!!
[Aspirante 2]: De que?
[Aspirante 1]: Parece que um novo cavaleiro para ser substituto do Grande Mestre já foi escolhido.
[Aspirante 3]: Já? O Grande Mestre deve estar mesmo cansado, acho uma boa idéia fazer isso.
[Aspirante 2]: Sim, acho que o mestre Aspros séria um Grande Mestre muito bom.
[Aspirante 1]: Mas  o problema e que os rumos dizem que o escolhido e Sisifo...

O sorriso que estava no rosto de Aspros desde o começo da conversa era substituído por um ranger de dentes assustador, a pressão de seu cosmo aumentava fazendo com que todos pudessem sentir mas então ele logo desaparecia dali em questão de segundos e como se não tivessem sentido nada todos continuavam suas conversas normalmente.
Flash Back Off

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Capítulo III – Sucumbindo a Loucura.
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第III章 - 星のピークとその血の提出

Os pensamentos daquele homem agora tramavam coisas sombrias mas também estava a procura de resposta para as dezenas de perguntar que circulavam sua cabeça “Por que não eu?”  “Como um cavaleiro sem experiência como Sisifo ira pegar o meu lugar?” as dúvidas o levavam a uma única resposta, se ele não puder alcançar seu posto de “direito” o Grande Mestre deveria morrer... Aquele ato iria contra todos os princípios de qualquer cavaleiro de ouro ou mesmo de bronze, mas os tais boatos retiraram toda a sanidade que existia em Aspros que parecia estar completamente transtornado e teria de terminar aquilo de um jeito ou de ouro, fechando o punho com força rangia os dentes por alguns segundos mas logo depois suspirava bem fundo enquanto organizava seus pensamentos em sua mente e logo depois um sorriso maligno ia se formando em seu rosto, já podiam notar que aquele homem não era mesmo o antigo Aspros, em algumas simples palavras  todos os seus sonhos e o motivo pelo qual treino sua mente e espírito eram simplesmente despedaçados e jogado ao vento como se não fosse absolutamente nada. Depois de suspirar bem fundo ele olhava para a mesa e pegava os livros que antes estava lendo, os jogando na estante onde estavam os outros ele se dirigia a janela observando o sol que já estava se pondo, com o renascimento de Hades muitos cavaleiros de ouros com pequenos grupos estavam fora do Santuário ficando apenas poucos cavaleiros de ouro protegendo o Santuário e Aspros iria usar essa oportunidade a seu favor, a qualquer custo iria completar seus planos.

Fechando os olhos fazia com que seu cosmo dourado queimasse intensamente enquanto sua armadura cobria seu corpo quase por completo. Com passos pesados ele seguia adiante passando por cada casa sem nenhum problema, a cada casa sentia que seu futuro de glória estava cada vez mais próximo, a linda lua prateada já estava no céu com várias estrelas brilhando tão intensamente quanto podiam naquele grande céu azulado, algumas fortes ventanias passavam por ali deixando o corpo de Aspros levemente arrupiado enquanto ele subia as escadas da 11ª casa, a casa de Aquário, com detalhes especiais dele a casa era bem detalhada completamente a seu gosto e em uma parte bem protegida estava a biblioteca dele que continha todos os tipos de livros, para alguém que aprecia uma boa leitura aquele era o verdadeiro paraíso, além disso ao adentrar na casa já podia sentir que a temperatura caia um pouco deixando o local pouco mais frio que as outras casas mas aquilo muito pouco importava para ele naquele momento. O sangue do dourado que agora parecia tão insano quanto nunca, fervilhava ao finalmente avistar o cavaleiro pois além de querer destroçar primeiramente Sisifo, também guardava um certo rancor por Degel que devido a sua extrema inteligência foi um dos outros com grande chance de ser escolhido como substituto para o Grande Mestre, então por que não matá-lo ali mesmo? Lhe pouparia tempo e séria mais uma pedra fora do caminho para seu objetivo final... um golpe pelas costas séria perfeito!!. Ficava parado a alguns metros a frente do cavaleiro de Aquário um pouco mais adiante da entrada e dizia.



- Olá Degel, será que posso passar?  
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Dégel



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Data de inscrição : 09/02/2014

MensagemAssunto: Re: Aspros VS Degel   Qua Fev 12, 2014 10:27 pm


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ÍNDICE


Capítulo 1 - Passado水瓶座のデジェル

Capítulo 2 - Rumores水瓶座のデジェル

Capítulo 3 - Protegendo o Santuário水瓶座のデジェル 


Capítulo 1 - Passado水瓶座のデジェル

França, século XVIII. Em um baile de máscaras, Fluorite , uma serviçal atrapalhada, acaba sem querer sujando a roupa de Jet , um nobre com gosto por sangue. Quando este ia puní-la é paralisado por cristais de gelo desmaiando em seguida. Dégel se apresenta. O aquariano recebera uma carta de seu mestre, Krest, no qual pedia por socorro. As investigações o conduzem a mansão de Garnet , onde a mesma dava uma festa de aniversário. A anfitriã logo surge, encantando os presentes com seu canto, todos menos Dégel. O fato do cavaleiro de ouro ter resistido a seus "encantos", não passou desapercebido. Dispensando a bajulação dos convidados, ela vai até onde Dégel está e o convida para dançar. Enquanto dançam, Garnet surpreende Dégel revelando saber do motivo que o trouxera ali, chegando mesmo a sugerir que seu mestre Krest estava ali. Nesse momento a festa é interrompida por um tiro. Se trata de Sra Flaille, uma mulher que tivera o marido seduzido pelos encantos de Garnet e estava desejosa de se vingar. Porém acaba impedida pela guarda de elite de Garnet, os Jewels. Após a confusão, Garnet impõe a Dégel que ele passe a noite na mansão, o que o aquariano não recusa. Dégel enfrenta o Jewel Flint , o derrotando sem grandes dificuldades. Fluorite se oferece como guia da mansão, conduzindo Dégel até o subsolo. Chegando lá encontram Flaille - a mulher que desejava se vingar de Garnet por seduzir seu marido - aprisionada. Antes que Dégel pudesse libertá-la, sente atrás de si uma presença familiar. Outro Jewels, Koh-I-Noor, que se revela ser Krest. A aparência do antigo mentor não era como Dégel se lembrava, estando Krest no auge da juventude.

Krest lutou em várias guerras santas, tendo enfrentado deuses como Poseidon, Hades e Ares. Um dia, já cansado das lutas sem fim, abandonou o santuário. Passados 50 anos encontrou-se com Garnet, a quem jurou servir para alcançar o objetivo da paz.
De nada adiantou Dégel protestar, e quando Krest ia golpeá-lo eis que surgem outros dois jewels, Chalcedony e Tourmaline, que diziam estar obedecendo ordens diretas de Garnet. Krest volta a trás no seu intento de elinimar Dégel, deixando o ex-pupilo sozinho.

Os dois jewes se mostram adversários a altura do aquariano, tanto pelo tipo de poder quanto pela sincronia com que alternavam para atacar. Com aperto Dégel vence os inimigos. O aquariano vai ao encontro de Garnet e Krest. Relutante de enfrentar seu mestre, acaba forçado ao ver Seraphina presa.  De cara, Dégel se mostra incapaz de competir no mesmo nível que Krest, tendo até sua técnica suprema, a Execução Aurora, inutilizada. Krest explica sobre o zero absoluto e como só atingindo tal temperatura seria possível para Dégel vencer. Prendendo Dégel no escudo de gelo, o cavaleiro de ouro consegue quebrá-lo por dentro, baixando a temperatura a um nível menor que o do escudo, alcançando o zero absoluto. Superando seu antigo mestre, Dégel manda mais um ataque, dessa vez definitivo. Garnet, porém, impede a morte de Krest. Segundo ela mesma narra, a cerca de 200 anos, ela e o marido governavam com bondade até o marido falecer vitima duma epidemia.  Inimigos invadiram o reino, e ela, sem escolha, teve de fugir. Foi quando encontrou uma misteriosa pedra mágica capaz de oferecer vida eterna a seu dedentor drenando as energias vitais de pessoas. Primeiramente Garnet, e depois Krest optaram seguir esse caminho para alcançar a paz. A carta foi idéia de Garnet, a pedido de Krest, para tirarem a dúvida por meio de Dégel, se o que estavam fazendo era correto. Contado tudo, os cabelos de Garnet envelhecem ficando esbranquiçados. Gradualmente Krest cria um Esquife de Gelo, e prende a si e Garnet eternamente no subsolo do palácio.

Dégel resgata Seraphina a levando para fora, onde se reune com Fluorite e a Sr. Flaille. A batalha custou um pouco a Dégel que ficou com a vista embaçada. Fluorite da os óculos que foram de seu pai a Dégel como recordação, prometendo terminar a história do pai.



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Capítulo 2 - Rumores水瓶座のデジェル

Era um dia ensolarado naquele Santuário,jovens aspirantes que ficavam treinando duramente durante todo o dia, maioria daqueles jovens aspirantes teriam a chance de se torna cavaleiros de prata ou bronze um dia, dentre todos os 89 cavaleiros 12 se destacavam por sua determinação e força, aqueles eram os cavaleiros de ouro, naquele Santuário havia 12 casas, cada casa de acordo com o zodíaco, em todo santuário alguns rumores andavam sendo falados por ai, sobre um novo ''Grande Mestre'', como de costume Dégel descia de sua casa para andar pelo santuário para observa os jovens aspirantes lutando por uma armadura no coliseu, andando com passos calmos e gélidos todos já sabiam que era ele, pelo ar que mudava a cada passo que ele dava. De longe podia se vê-lo, um homem alto de cabelos azuis exuberantes, que balançavam conforme os ventos vinham e iam naquele Santuário, ao chegar no coliseu ele se sentava observando aquelas lutas daqueles jovens aspirantes, eles lutavam em uma velocidade incrível para o nível deles dali realmente sairia um bom Cavaleiro.

Quando Dégel saia daquele ouvia alguns jovens conversando por ali, parecia que falavam sobre o novo Grande Mestre, eles falavam dos possíveis sucessores do tal, ao saber daquele assunto Dégel ficava com uma cara pensativa se lembrando de algo que o Grande Mestre havia lhe dito.


▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ∫ ☃◇ ∫ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Flash Back On

Ao passar para a Sala do Grande Mestre aonde ele era chamado para ter uma conversa juntamente a Sisifo, com os dois já presentes na sala do Grande Mestre ele então prosseguia falando:
Grande Mestre - Como eu disse a algum tempo atrás estou cansado, mas agora eu tomei uma decisão e penso em renunciar esse cargo de Grande Mestre, vão e vem guerras, e a paz quase nunca reina em nosso mundo, sempre há um perigo, um porém para tudo, essa vida já não me traz felicidades, espero que entendam e quero que saibam que vocês dois tem grandes chances de estar aqui no meu lugar mas não os chamei para isso, quero lhe informa que andei observando as atitudes do Aspros para vocês talvez não mudou nada mas consigo ver que ele se esforça bastante e tem uma certa ambição por esse cargo, se ele souber disso talvez perca o controle e seja sucumbido pela loucura , então quero que fiquem de olho nele não faltará muito para que rumores estejam circulando pelo Santuário, o aviso foi dado tenham cuidado meus caros. - Então Sisifo dizia:
Sisifo - Mas G-g-grande Mestre, não .. - Sisifo era interrompido por Dégel que tocava em seu ombro lhe olhando com um olhar frio e em seguida lhe dizia:
- Vamos indo, até a próxima oportunidade Grande Mestre.. - No caminho ambos conversavam sobre o assunto e tomavam a maior cautela sobre o que foi dito pelo Grande mestre, e tomando cuidado com Aspros..

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ∫ ☃◇ ∫ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Flash Back Off

Suas expressões mudavam ao se lembrar daquele aviso então continuava a caminhar como se nada tivesse acontecido, ele então chegava em seus aposentos na casa de aquários.Habitualmente devorava meus livros em minha Morada. Os ventos sulistas encobriam as maléficas facetas da perda. O veneno de peixes já não exala de minha janela, entreaberta. O Sol tardio ilumina a cabeceira onde repouso minha leitura e possibilita que eu veja, do alto de minha morada, a Vila Rodório junto de seus moradores que a reconstroem, já que sofrera um ataque espectral semanas atrás. Ainda que vestido com a dourada de aquário, a calmaria do santuário me possibilitava tranquilidade . . . . Incerta.

Deleito das fúnebres palavras citadas pelo autor tão conhecido por mim. Engana-se leitor, pois diferente de ti, que lê meu colóquio por diversão ou falta desta, eu me aproprio destas palavras por finalidade bélica. São relatos de sobreviventes cuja luta imperou contra o reino dos mortos, tratando-se do mesmo reino em que declaramos Guerra. Infelizmente o autor desta obra riquíssima em detalhes morrera há quatro anos, pelas minhas próprias e gélidas mãos.

Krest, o velho protetor desta frígida morada. Mestre Siberiano e absoluto na arte da quintessência aquariana. Meu querido e falecido Mestre. Ninguém melhor que ele, sobrevivente de duas santas guerras plutônicas, para nos iluminar nestes obscuros dias sangrentos. Mostrava-me com seus relatos as falhas do exercito mórbido que levaram estes a perda totalitária de uma Guerra.

Folheava aqueles escritos em francês (minha língua nativa) tão detalhados, possibilitando a mim uma leitura diferenciada sobre esta Guerra. Krest me surpreendera pela riquíssima postura de escritor, cada linha demonstra sua angústia, principalmente quando o mesmo relata a última peleja contra o império de Hades, sua segunda guerra santa como cavaleiro. Eu era o único que entendia esta angústia, este sentimento de invalidez [...] Esta incapacidade de acreditar num sonho.

Paz. Dizem ser impossível de ser conquistada, mas não deixarei que vire um sonho efêmero. Não deixarei que o sonho de meu mestre esvai-se de mim. Por este motivo que venceremos esta Guerra para enfim perpetuar a paz. Temos que liquidar com quaisquer chances de ressurgimento deste pecado. Devo ser os olhos do futuro e com ajuda do Grande Mestre, faremos a trilha do amanhã. Um amanhã riquíssimo em vida, em água. Eu prometi à ele, enquanto desmoronava perante minhas mãos, que o sonho dele não acabaria ali – em seu ataúde.

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ∫ ☃◇ ∫ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Capitulo 3 - Protegendo Santuário水瓶座のデジェル

Cerca de cinco páginas faltavam para o termino da leitura. Soube sobre os Deuses Gêmeos e sua postura na guerra anterior. Soube de como mortalizar os mórbidos guerreiros do inferno. Inferno, a casa de nosso exercito adversário, também havia relatos de vivos que pisaram ali, como o próprio Yato desta era. Soube de vários acontecimentos – dos quais tinha a obrigação de impedir que aconteça novamente.
Folheando algo me chamara atenção... Uma imagem desenhada pelo meu próprio mestre a punho. Quando parecia que nada poderia mudar naquele dia, Dégel sentia um cosmo devastador que vinha subindo as escadas, ele então deduzia a chegada de Aspros que até demorava tanto quanto o mesmo imaginava e logo poderia se ouvir a voz daquele esperado homem:



- Olá Dégel, será que posso passar?

- Porque não meu amigo ?, se for realmente o que você procura eu lhe deixarei passar , mas tenho uma certa impressão que você não quer isso não é mesmo ? , então irei lhe mostrar o que procura - O cavaleiro de aquário que nem mesmo levantava de sua cadeira deixava seu óculos de leitura em cima da mesa e levantava devagar-


Era quando podia se sentir o cosmo daquele cavaleiro sendo queimado , ambos tinham cosmos incríveis, realmente seriam uma luta monstruosa, Dégel então se virava para Aspros que estava com um sorriso sarcástico em seu rosto e podia se notar total ironia naquelas suas palavras, então Dégel apontava apenas seu dedo indicador mirando em Aspros quando dizia em um tom calmo:


- Kalisto - Técnica de imobilização do adversário, em que Dégel forma uma barreira de gelo na forma de um círculo, prendendo o inimigo, serve apenas para impedir seus movimentos temporariamente, para que Dégel ataque ou ganhe tempo na luta.


Aquele poder de Dégel que lançava alguns flocos de gelos em direção de Aspros em forma de um circulo após toca-ló congelavam ele completamente não deixando chances de se mover por alguns minutos, então Dégel aproveitando o tempo ganhado ia para cima de Aspros desferindo um chute em sua cabeça que lhe deixaria zonzo, e logo um oco em sua cara e usando a perna novamente dava uma rasteira no cavaleiro de gêmeos saltando e dando um chute caindo por cima dele em sua cara, aqueles movimentos aconteciam na velocidade da luz pessoas normais não poderiam acompanhar aquela batalha que estava prestes a começar.




Off - Não foi muita coisa mas vamos lá estou ansioso , e cara bom prologo me apaixonei <3 você escreve muito.
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Aspros VS Degel
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